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sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
GAYS FAMOSOS: MATT BOMER
Matthew Staton Bomer é um ator de teatro, cinema e televisão estadunidense nascido na cidade de Spring em 11 de outubro de 1977.
Matt está se tornando mais conhecido do público por interpretar o personagem Neal Caffrey, um consultor do FBI vigarista, na série "Crimes do Colarinho Branco" [White Collar] desde 2009 até atualmente.
Bomer nasceu em Spring, perto de Ortigueira, um subúrbio de Houston, no Texas. Filho de Sissi e John Bomer.
Estudou na Klein High School, localizada fora de Houston, com o colega Lee Pace (também ator). Na mesma época ambos atuaram na Houston's Alley Theatre, uma companhia teatral sem fins lucrativos.
Em 2001, Bomer foi graduado na Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, Pensilvânia, como bacharel em Belas Artes.
Em seguida mudou-se para Nova Iorque, e trabalhou no palco até que ele foi escalado para um papel pequeno, como Ian Kipling, em All My Children, série da rede de televisão ABC. De 2001 a 2003, ele interpretou o papel de Ben Reade em outra série, Guiding Light, na rede de televisão CBS.
No dia 10 de fevereiro de 2012, na premiação do Steve Chase Humanitarian Awards, ao receber o prêmio New Generation Arts and Activism Award por seu trabalho em campanhas de combate ao vírus do HIV, Matt assumiu publicamente sua homossexualidade e durante seu discurso de agradecimento Matt Bomer agradeceu à sua família, formada por seu parceiro, Simon Halls, também presente, e três filhos, Kit, Walker e Henry.
Matt, atualmente com 34 anos, sempre evitou fazer declarações neste sentido, apesar dos rumores que corriam pela imprensa. No passado, bem antes de sair publicamente do armário, Matt namorou Gabriela Direnzo, uma menina comum de fora do meio artístico e, portanto, não famosa, e chegaram a ficar noivos, mas terminaram algum tempo depois, antes de se casarem.
Segundo o Hollywood Reporter, Simon Halls, companheiro de matt, trabalha como Relações Públicas e representa celebridades como o produtor Ryan Murphy e o ator Neil Patrick Harris, bem como a produtora Working Title.
Matt está se tornando mais conhecido do público por interpretar o personagem Neal Caffrey, um consultor do FBI vigarista, na série "Crimes do Colarinho Branco" [White Collar] desde 2009 até atualmente.
Bomer nasceu em Spring, perto de Ortigueira, um subúrbio de Houston, no Texas. Filho de Sissi e John Bomer.
Estudou na Klein High School, localizada fora de Houston, com o colega Lee Pace (também ator). Na mesma época ambos atuaram na Houston's Alley Theatre, uma companhia teatral sem fins lucrativos.
Em 2001, Bomer foi graduado na Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, Pensilvânia, como bacharel em Belas Artes. Em seguida mudou-se para Nova Iorque, e trabalhou no palco até que ele foi escalado para um papel pequeno, como Ian Kipling, em All My Children, série da rede de televisão ABC. De 2001 a 2003, ele interpretou o papel de Ben Reade em outra série, Guiding Light, na rede de televisão CBS.
Matt, atualmente com 34 anos, sempre evitou fazer declarações neste sentido, apesar dos rumores que corriam pela imprensa. No passado, bem antes de sair publicamente do armário, Matt namorou Gabriela Direnzo, uma menina comum de fora do meio artístico e, portanto, não famosa, e chegaram a ficar noivos, mas terminaram algum tempo depois, antes de se casarem.
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| MATT BOMER [ATRÁS], SEU COMPANHEIRO SIMON HALLS E FILHOS |
Além de White Collar, Bomer também pode ser visto numa rápida participação na temporada de 2012 da série Glee, na qual interpreta o irmão mais velho de Blaine (Darren Criss).
Apesar de uma carreira ativa na televisão e de já ter participado de vários seriados tanto como convidado como também do elenco fixo de alguns deles, no cinema Matt ainda é pouco conhecido. Estreou somente em 2005 no filme Plano de Vôo e entre poucos outros títulos participou também do filme Magic Mike, de 2012, onde interpreta um dos dançarinos de streap de um clube de mulheres.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
SUPER INTERESSANTE MESMO - NÃO DEIXEM DE LER
"Super Interessante" revela pesquisas e acaba com os mitos sobre filhos de pais gays
"As pesquisas mostram que a orientação sexual dos pais parece ter muito pouco a ver com com o desenvolvimento da criança ou com as habilidades de ser pai. Filhos de mães lésbicas ou pais gays se desenvolvem da mesma maneira que crianças de pais heterossexuais", explica Charlotte Patterson, professora de psiquiatria da Universidade da Virginia e uma das principais pesquisadoras sobre o tema há mais de 20 anos, à publicação.
O primeiro mito que a reportagem quebra é o mais velho e conhecido deles, de que os filhos também serão gays. De acordo com a publicação, um estudo da Universidade Cambridge comparou filhos de mães lésbicas com filhos de mães héteros e não encontrou nenhuma diferença significativa entre os dois grupos quanto à identificação como gays. O que o estudo revelou, na verdade, é que filhos de pais gays, por crescerem num ambiente de diversidade, se tornam mais tolerantes com as diferenças.
O segundo ponto que a "Super Interessante" toca é que as crianças precisam de uma figura materna e outra paterna. A revista começa exemplificando com as 183 mil crianças americanas que perderam os pais na Segunda Guerra Mundial, ou seja, não são só os filhos de pais gays, que podem crescer sem um pai ou uma mãe. A tal figura materna ou paterna, pode vir a ser uma tia, ou um primo, em quem a criança irá se identificar inconscientemente. A única diferença no caso é positiva. "Crianças criadas por gays são menos influenciadas por brincadeiras estereotipadas como masculinas ou femininas", diz Arlene Lev, professora da Universidade de Albany.
Em seguida é a vez de falar sobre os possíveis problemas psicológicos que essas crianças terão por conta do preconceito. O fato é simples, quase todo mundo vai sofrer preconceito na infância, seja por ser gay, pobre, negro, gordo, alto. O bullying não se restringe apenas aos homossexuais, e muito menos aos filhos deles. Alguns estudos comprovam que as crianças sofrem discriminação por conta da sexualidade de seus pais. Mas, pesquisas que comparam filhos de gays com filhos de héteros mostram que os dois grupos apresentam níveis semelhantes de autoestima e depressão.
Por fim, o mito mais pesado. A reportagem fala sobre os riscos que essas crianças correm de sofrerem abusos sexuais. Nenhuma pesquisa até hoje faz ligação da homossexualidade com os abusos sexuais. Três pediatras norte-americanas avaliaram o caso de 269 crianças abusadas sexualmente.
Desses, apenas 2 dos criminosos eram homossexuais. A lenda é alimentada por líderes religiosos, que querem mostrar que as crianças correm risco ao serem criadas por pais gays. "Homens homossexuais não tendem a abusar mais sexualmente de crianças do que homens heterossexuais", diz a Associação de Psiquiatria Americana.
FONTE: REVISTA "A CAPA"
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