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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

GAYS FAMOSOS: FRANCISCO BOSCH

FRANCISCO BOSCH NASCEU EM VALÊNCIA, NA ESPANHA, EM 05 DE OUTUBRO DE 1952

HOMOSSEXUAL DECLARADAMENTE ASSUMIDO, FRANCISCO BOSCH VEM CADA VEZ MAIS FIRMANDO-SE COMO UM DOS GRANDES BAILARINOS CLASSICOS DA ATUALIDADE, IMPRESSIONANDO COM UA TÉCNICA E HABILIDADE.

PARALELA À SUA CARREIRA COMO BAILARINO, TRABALHA TAMBÉM ESPORADICAMENTE COMO ATOR, EM GERAL EM PARTICIPAÇÕES ONDE ELE TAMBÉM POSSA MOSTAR SUA ARTE NA DANÇA.

PODE-SE AFIRMAR QUE ATUALMENTE, QUANDO SURJE UM PERSONAGEM QUE PARA SER INTERPRETADO EXIJA-SE TAMBÉM O CONHECIMENTO DE BALÉ CLÁSSICO, FRANCISCO BOSCH É SEGURAMENTE A MAIS ACERTADA ESCOLHA PARA FAZÊ-LO.

A FAMA INTERNACIONAL, FORA DOS ANAIS DA DANÇA INTERNACIONAL,VEIO COM SUA PARTICIPAÇÃO NO FILME "ALEXANDRE", ONDE ELE CONTRACENA PRINCIPALMENTE COM COLLIN FARRELL INTERPRETANDO BAGOAS, O DANÇARINO EUNUCO QUE FOI AMANTE DE ALEXANDRE - O GRANDE.



FRANCISCO BOSCH COMO BAGOAS, NO FILME "ALEXANDRE"
A cena de amor entre Bagoas e Alexandre [Collin Farrell] foi cortada antes da distribuição do filme nos cinemas, supostamente porque era explícita demais para ser aceita pelo o grande público.
 
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 A ARTE DE FRANCISCO BOSCH
 
 
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OUTRAS IMAGENS
Cena de The Curse of King Tut's Tomb , filme produzido para a TV em 2006.
 
 
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ALEXANDRE [O GRANDE] E SEUS AMANTES



ALEXANDRE
Embora seu verdadeiro título fosse Alexandre III da Macedônia, ele se tornou mais conhecido pelo apelido Alexandre o Grande, as vezes também chamado Alexandre o Magno, entrando para a História como o maior conquistador de todos os tempos.
Alexandre nasceu em 20 de julho de 356 a.C., era um dos 3 filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro, uma fiel mística e ardente seguidora do deus grego Dioniso, e faleceu em 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia.
Em sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Aos 20 anos apenas, tornou-se rei da Macedônia, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo também o Egito e a Báctria (aproximadamente o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido.
Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, pois ele nunca perdeu nenhuma batalha e a expansão territorial que ele proporcionou é uma das maiores da história, a maior expansão territorial em um período bem curto de tempo. Além disso era um homem de muita coragem pessoal e de reconhecida sorte.
ALEXANDRE
Ele herdou um reino que fora organizado com punho de ferro pelo pai, que tivera de lutar contra uma nobreza turbulenta que frequentemente reclamava por mais privilégios, as ligas lideradas por Atenas, e Tebas (a batalha de Queroneia representa o fim da democracia ateniense e por arrastamento das outras cidades gregas e de uma certa concepção de liberdade), revolucionando a arte da guerra.
A sua personalidade é considerada de formas diferentes segundo a percepção de quem o examina: por um lado é visto como um homem de visão, extremamente inteligente, tentando criar uma síntese entre o oriente e ocidente, encorajando inclusive, para isso, o casamento entre oficiais seus e mulheres persas, além de utilizar persas ao seu serviço. Ficou conhecido também pelo repEito e dignidade com que tratava o povo das cidades que conquistava, acolheu bem a família de Dario III e permitiu às cidades dominadas a manutenção de governantes, religião, língua e costumes. Era também admirador das ciências e das artes e fundou, entre algumas dezenas de cidades homônimas, Alexandria, que viria a se tornar o maior centro cultural, científico e econômico da Antiguidade por mais de trezentos anos, até ser substituída por Roma.
Por outro lado, Alexandre era também profundamente instável e muitas vezes agia de forma sanguinária, como por exemplo quando destruiu as cidades de Tebas e Persepólis e quando assassinou Parménio, o seu melhor general.
BAGOAS
São muitos os feitos históricos desse personagem, vilão para alguns e para outros um grande herói, e seria por demais longo descrever a todos. Teve pelo menos duas esposas, Roxana, filha de um nobre pouco importante, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedônia, morreu antes de chegar à idade adulta.
Seu casamento com Statira tinha claramente intenções políticas, na verdade era uma estratégia para conquistar a fidelidade e a simpatia do povo persa, que ele já havia conquistado militarmente; já seu envolvimento com Roxana tornou-se célebre, ficando conhecida como uma das grandes histórias de amor de todos os tempos, mas a verdade não era bem essa.
FRANCISCO BOSCH COMO 
BAGOAS NO FILME "ALEXANDRE"
É muito conhecida a paixão que Alexandre nutriu pelo eunuco Bagoas [Bagoi no idioma persa antigo], que foi um de seus cortesãos e amantes favoritos. Destinado desde menino a ser eunuco, Bagoas foi castrado, escravizado e feminilizado pelos exércitos do rei persa Dario III, e, apesar de casado com a filha de Dario, na verdade era Bagoas a quem Alexandre mais comumente "procurava" e normalmente dividia seu leito. 
COLIN FARRELL E FRANCISCO BOSCHCOMO 
BGAGOAS E ALEXANDRE

Foi na verdade por causa de Bagoas a atitude de Alexandre em relação ao persas e sua decisão política de tentar integrar completamente os povos conquistados ao seu império ao invés de simplesmente massacrá-los e dominá-los, levando-o inclusive, para esse fim, ao casamento com a princesa Statira.
Mas apesar de sua grande paixão pelo eunuco, ainda não foi Bagoas o verdadeiro grande amor de Alexandre, esse mérito pertence a Heféstion, seu amigo de infância e seu principal e mais importante colaborador em suas conquistas ao longo de seus doze anos de constantes campanhas militares.
COLIN FARRELL E JARED LETO
NO FILME ALEXANDRE
COMO ALEXANDRE E HEFÉSTION
O historiador Arriano de Nicomédia, uma das mais respeitadas fontes sobre Alexandre, escreveu que Heféstion foi a pessoa a quem Alexandre mais amou em toda sua vida.
Era muito comum na antiguidade o envolvimento entre homens, o que não impedia que eles casassem e constituíssem família, isso era normal na cultura de muitos povos antigos, em especial os gregos, houve mesmo um período em que a união entre homens era considerada a única realmente pura, enquanto a ligação com mulheres era com fins unicamente procriativos.
Heféstion Amintoros, nascido em 356 a.C. e falecido em 324 a.C., era filho de Amíntor, um nobre da Macedônia. Foi educado juntamente com Alexandre e teve também como seu professor o filósofo Aristóteles. Sabe-se que, entre os trabalhos do filósofo, há um livro perdido de cartas a Heféstion.
Ele foi vice-comandante do exército de Alexandre, seu grande amigo e "companheiro" de toda a vida. Acompanhou Alexandre na sua campanha asiática desde o princípio, combatendo como general na cavalaria de elite. Quando passaram pela cidade de Tróia (hoje, na Turquia), Alexandre foi honrar a sagrada tumba do herói Aquiles, levando Heféstion consigo para honrar a de Pátroclo (no século V a.C. criou-se o mito que esses dois heróis da Ilíada foram amantes, embora Homero nada tenha deixado explícito).
Como já foi dito acima, no mundo grego a homossexualidade masculina era vista com total normalidade e, com esse gesto, Alexandre deixou transparecer perante todo o Exército a verdadeira natureza da relação que ambos compartilhavam .
JARED LETO COMO HEFÉSTION
Após a batalha de Gaugamela (norte da Mesopotâmia), os dois foram inspecionar a tenda da família real. Um dos episódios mais conhecidos sobre Heféstion foi quando ambos conheceram Estatira e Sisigambis, respectivamente filha e mulher do rei Dario. Segundo o historiador Cúrcio Rufo, a rainha mãe olhou para os dois homens mas prostrou-se perante Heféstion, que era mais alto e bonito e, segundo a lógica persa, quem mais chamava a atenção era o rei. Ao ser alertada pelo seu engano, ia prostrar-se novamente perante a Alexandre, mas este a levantou e a corrigiu dizendo: "Não te preocupes rainha mãe, não cometeste erro nenhum. Ele também é Alexandre".
Por ser um dos poucos em quem Alexandre confiava, além de sua autoridade militar, também recebeu amplos poderes políticos. Antes da invasão da Índia e cruzar o Hindu Kush, no atual Afeganistão, Alexandre o nomeou ministro, reconhecendo como segundo homem do seu reino. Quando Alexandre casou-se com a princesa Estatira da Pérsia, filha do rei Dario, deu a Heféstion por esposa a jovem princesa Dripetis, de modo que passaram a ser cunhados.
COLIN FARRELL COMO ALEXANDRE
No outono de 324 a.C., no retorno após terem conquistado o Vale do Indo, quando o exército macedônio se estabelecia em Ecbátana para passar o inverno, Heféstion caiu doente e não se adaptou à dieta rígida. Desconsiderou as prescrições médicas, comeu frango assado, bebeu vinho arrefecido e morreu. Os sintomas apontaram febre tifoide, mas suspeitou-se de envenenamento. Independente da causa de sua morte, os historiadores dizem que Alexandre ficou louco de dor, cortando os próprios cabelos e as crinas dos cavalos do exército, mandou crucificar Glaucias, o médico que havia atendido Heféstion. Até os toques de flautas ficaram proibidos no acampamento. Após massacrar a revoltosa tribo dos Cosseanos, numa contenda intitulada Sacrifício Fúnebre de Heféstion, Alexandre celebrou fabulosos jogos funerais em sua homenagem e determinou que se deveria adorar Heféstion como um herói divino. Guardou um luto rígido durante meses e, pouco tempo depois, ainda estava construindo um esplêndido monumento funerário em honra ao amigo, quando o próprio Alexandre, então na babilônia, veio a falecer.
Muitos dos fatos históricos da antiguidade nunca foram plenamente eclarecidos devido à falta ou carência de documentação e registros escritos, muitos deles perdidos ao longo do tempo.
Os célebres incêndios das bibliotecas de Alexandria, da Babilônia e de Roma consumiram muitos desses registros, outros foram intencionalmente destruídos no princípio da era cristã com o intuito de esconder determinadas verdades; e a morte de Alexandre é um desses fatos dos quais não se tem certeza absoluta de como realmente aconteceu, mas malária, envenenamento, febre tifóide e encefalite virótica são algumas das possíveis causas.
Há quem defenda que o que levou o grande conquistador a morte foi o fato de jamais superar a perda de Heféstion pouco menos de um ano antes, levando-o ao alcoolismo extremo, outra provável causa da sua morte. No caso de envenenamento ser a alternativa correta, ainda paira a dúvida se Alexandre teria sido envenenado por terceiros ou se na verdade envenenou a si mesmo, cometendo suicídio no desespero da dor insuportável pela morte de Heféstion.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

GAYS FAMOSOS: MATT BOMER

Matthew Staton Bomer é um ator de teatro, cinema e televisão estadunidense nascido na cidade de Spring em 11 de outubro de 1977.

Matt está se tornando mais conhecido do público por interpretar o personagem Neal Caffrey, um consultor do FBI vigarista, na série "Crimes do Colarinho Branco" [White Collar] desde 2009 até atualmente.

Bomer nasceu em Spring, perto de Ortigueira, um subúrbio de Houston, no Texas. Filho de Sissi e John Bomer.

Estudou na Klein High School, localizada fora de Houston, com o colega Lee Pace (também ator). Na mesma época ambos atuaram na Houston's Alley Theatre, uma companhia teatral sem fins lucrativos.

Em 2001, Bomer foi graduado na Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, Pensilvânia, como bacharel em Belas Artes.

Em seguida mudou-se para Nova Iorque, e trabalhou no palco até que ele foi escalado para um papel pequeno, como Ian Kipling, em All My Children, série da rede de televisão ABC. De 2001 a 2003, ele interpretou o papel de Ben Reade em outra série, Guiding Light, na rede de televisão CBS.

No dia 10 de fevereiro de 2012, na premiação do Steve Chase Humanitarian Awards, ao receber o prêmio New Generation Arts and Activism Award por seu trabalho em campanhas de combate ao vírus do HIV, Matt assumiu publicamente sua homossexualidade e durante seu discurso de agradecimento Matt Bomer agradeceu à sua família, formada por seu parceiro, Simon Halls, também presente, e três filhos, Kit, Walker e Henry.

Matt, atualmente com 34 anos, sempre evitou fazer declarações neste sentido, apesar dos rumores que corriam pela imprensa. No passado, bem antes de sair publicamente do armário, Matt namorou Gabriela Direnzo, uma menina comum de fora do meio artístico e, portanto, não famosa, e chegaram a ficar noivos, mas terminaram algum tempo depois, antes de se casarem.

MATT BOMER [ATRÁS], SEU COMPANHEIRO SIMON HALLS E FILHOS
Segundo o Hollywood Reporter, Simon Halls, companheiro de matt, trabalha como Relações Públicas e representa celebridades como o produtor Ryan Murphy e o ator Neil Patrick Harris, bem como a produtora Working Title.
 
Além de White Collar, Bomer também pode ser visto numa rápida participação na temporada de 2012 da série Glee, na qual interpreta o irmão mais velho de Blaine (Darren Criss).
 
Apesar de uma carreira ativa na televisão e de já ter participado de vários seriados tanto como convidado como também do elenco fixo de alguns deles, no cinema Matt ainda é pouco conhecido. Estreou somente em 2005 no filme Plano de Vôo e entre poucos outros títulos participou também do filme Magic Mike, de 2012, onde interpreta um dos dançarinos de streap de um clube de mulheres.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

BRAD PATTON


Brad

Patton

nasceu

em

7

de

agosto

de

1972

em

Melbourne,
na

Austrália,

mas

tem

descendência

sueca
e

foi

criado

na
Suécia.


Foi


que

foi

descoberto

pelo
diretor

de

filmes

adultos

gays

Chi Chi
LaRue,

iniciando

assim

uma

das

mais
bem

sucedidas

carreiras

como

astro

pornô.
Recentemente,
Brad
Patton,
agora
com
39
anos,
anunciou
em
seu
site
oficial
o
seu
afastamento
da
indústria
de
filmes
pornôs,
alegando
que
uma
série
de
novos
acontecimentos
em
sua
vida
o
levou
a
tomar
essa
decisão
e
agradecendo
aos
fãs
que
lealmente
acompanharam
sua
carreira
através
do
site
e
assistindo
seus
filmes.

 Patton
é
um
dos
astros-
pornô-
gay
de
maior
sucesso
de
todos
os
tempos,
alguns
de
seus
filmes
tornaram-se
verdadeiros
clássicos
contemporâneos 
do
pornô-gay,
como,
por
exemplo,
"Hot Wired 2: 
Turned On",
de
2003, 
e
o
comentadíssimo
"Heaven To
Hell", de
2005, em que
ele interpreta
um anjo que
após uma
batalha na
eterna guerra
entre anjos e
demônios, é
feito prisioneiro 
 
e lavado ao
inferno, onde
então é
seduzido
pelos demônios
e depois de 
entregar-se
aos prazeres da
carne transforma-se
num anjo negro. 
Atuava

mais

frequentemente

em

seus

filmes
como

ativo,

escalado

para

esses

papéis

provavelmente

por
causa

de

seu

dote 

acima

da

média

do

homem
europeu,
mas

algumas

vezes

exercia

também

o
papel

de

passivo.
Seu

pai

é

um

ex-pastor
da

igreja
evangélica

Assembléia

de

Deus,

e

sua

mãe

é

secretária

de

uma

escola

cristã

na
cidade

de

Victoria,

na

Austrália.
Paralelo

a

sua

carreira

como

astro

pornô

Gay,
Brad,
usando
seu
verdadeiro
nome, 
também
atua
como
patinador
no
gelo,
destacando-se
na
modalidade
de
dança
no
gelo
sobre
patins,
e
participou
de
diversos
campeonatos,
ganhando
duas
medalhas
de
ouro
no
VI Jogos
Olímpicos
Gays
e
duas
medalhas
de
prata
no
Campeonato
Mundial
de
Montreal
em
2006.
Como


patinador,




participou


de


grandes

espetáculos

como

o

Disney

on

Ice

[Disney

no

Gelo]

e

o

Dancing

on

Ice

[Dançando

no

Gelo]

na

Holanda.