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domingo, 21 de agosto de 2011

SCOTT BROWN - POLÍTICO E EX-MODELO E ATOR DE COMERCIAIS

O TEMPO PASSA, MAS  A MEMÓRIA FICA.
Há quase trinta 
anos atrás Scott 
Brown foi eleito 
pela revista 
Cosmo's como o 
homem americano 
mais sexy 
do ano. 

Isso aconteceu 
em 1982.

Na época Scott 
tinha 22 anos 
e era estudante 
de direito, mas 
fazia uns bicos 
como modelo de 
anúncios e ator 
de comerciais, e 
conta que recebeu 
um bom cachê 
para fazer algumas 
fotos de nú 
artístico para 
a revista.





Atualmente Scott 
segue a carreira 
política e ocupa em 
Washington uma 
das cadeiras do 
senado americano, 
e apesar de já 
estar com mais 
de 50 anos, 
continua esbanjando 
charme e é 
realmente uma pena 
que não tire mais 
as roupas para 
os flashes das 
máquinas de 
retrato, 
pois pelo 
menos vestido 
ele continua 
lindo e encantador.






sexta-feira, 26 de novembro de 2010

OS SINAIS DO TEMPO

AS VEZES ME PERGUNTO PORQUE TANTO ORGULHO E EMPÁFIA POR PARTE DE CERTAS PESSOAS, SE TODOS TERMINAMOS EXATAMENTE DA MESMA FORMA. O TEMPO É UMA DAS POUCAS FORÇAS QUE NUNCA PODEM SER DETIDAS, E PARA OS QUE NÃO MORREM J0VENS, FICA APENAS A LEMBRANÇA DOS EXPLENDORES DO PASSADO...  E DEPOIS, INEXORAVELMENTE, A MORTE. E AÍ EU PERGUNTO: QUE DIFERENÇA FAZ REALMENTE ALGUMA COISA NO FINAL DAS CONTAS, PRA QUE TANTO ORGULHO?
E PARA PROVAR O QUE DIGO, E QUE O TEMPO PASSA PARA TODOS, AÍ VÃO ALGUNS EXEMPLOS:

ALAN ALDA JÁ FOI CAPA DA PLAYGIRL EM 1960, PURO CHARME E ELEGÃNCIA:

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HÁ QUASE QUARENTA ANOS ATRÁS, MARIO CARDOSO FOI UM DOS MAIS BELOS GALÃS DA TELEVISÃO BRASILEIRA:

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TARCÍSIO MEIRA JÁ FOI CONSIDERADO UM DOS MAIS LINDOS HOMENS BRASILEIROS:

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ALAIN DELON FICOU MUNDIALMENTE CONHECIDO COMO UM DOS HOMENS MAIS LINDOS DO CINEMA DE TODOS OS TEMPOS:

SEM DESMERECER NENHUM DESSES GRANDES ÍDOLOS, TODOS DIGNOS DOS MAIS ALTOS ELOGIOS NÃO SÓ PELA BELEZA, MAS TAMBÉM PELO TALENTO, ISSO MOSTRA O QUANTO O TEMPO AGE OU AGIRÁ SOBRE TODOS NÓS. SERIAM INÚMEROS OS EXEMPLOS E AQUI EU PODERIA ME DEMORAR DIAS A COLOCAR MAIS FOTOS DE CENTENAS DE HOMENS MARAVILHOSOS QUE NO PASSADO SERIAM CAPAZES DE LEVAR-NOS AO DELÍRIO E LOUCURA, MAS ACHO QUE A MENSAGEM JÁ FOI PASSADA, NÉ? ATÉ A PRÓXIMA.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

JACK THOMAS - MODELO DA ERA BEFFCAKE, EX CAMPEÃO DE FISIOCULTURISMO E MR. AMÉRICA DOS ANOS 40

Jack Thomas
foi um dos mais
populares modelos
da era beefcake.
Algumas de suas
fotos ao lado
de outro modelo,
Jack LaLanne,
atualmente com 95 anos de idade, são consideradas verdadeiramente ontológicas. Mas entre os dois Jacks, era Mr. Thomas, embora ambos
fossem belos
exemplares masculinos, quem mais arrebatava suspiros de homens e mulheres.Desde a adolescência, Jack já era um atleta altamente treinado. Desde tenra idade, mal chegou a puberdade,
Jack Thomas
começou
a praticar
halterofilismo,
fisioculturismo
e fitness,
e muito
cedo começou
a participar de

competições
nessas
modalidades,
chegando
a alcançar
o título
de Mr. América. Daí a tornar-se um modelo, já alguns anos mais tarde, em idade adulta, a distância foi extremamente curta.
A era beefcake,
que se inicia
em meados
dos anos 40,
talvez mesmo final
dos 30
quando já se acha
algumas fotos

nesse estilo,
até princípios
dos anos 60,
embora já com
característcas diferentes
e mais explícitas,
é marcada,
no que diz respeito
ao nu masculino,
por fotos sensuais
publicadas em revistas inicialmente voltadas ao público ligado
ao fisioculturismo.
A medida
que os editores
perceberam
que essas revistas
eram consumidas
principalmente
por pessoas
que nada
tinham haver
com esse mundo,
essas fotos
foram ficando
cada vez mais
sensuais e explícitas,
dedicadas na verdade a um discreto
público gay,
mas sem
jamais assumir
essa postura,
por causa
das leis
de censura
e da cultura
conservadora
e homofóbica
desta época,
e sempre mantendo
a “idéia”
do culto
ao corpo perfeito
e a saúde.
Eram comuns
artigos do tipo

“Tenha um
abdômen perfeito
e aumente
seu sexy appeal”.
Os homens,
principalmente
os pioneiros,
eram todos muito muscolosos, e as poses, mesmo quando nus ou semi-nús, eram sempre bastante atléticas e viris.
Devido a esse
aspecto
disfarçadamente
voltado
ao atletismo
e saúde,
essas revistas
não só eram
vendidas
em bancas
de jornais,
como também
eram comumente
encontradas
em livrarias
e farmácias,
mas na verdade
representavam
praticamente
a única opção

de consumo
artístico
para os gays
desse período,
que em geral,
nem se precisaria
comentar,
eram naturalmente
enrustidos.
Como na verdade essas edições não surgiram para este público,
a grande maioria
de seus modelos
na verdade
eram heterossexuais.
No caso de
Jack Thomas,
por exemplo,
não encontrei
nenhuma referência 
a uma possível
homossexualidade,
mas em verdade,
mesmo os que fossem,
dificilmente
isso viria a tona
nesse período. Jack LaLanne,
seu mais
ilustre
parceiro
fotográfico, era seguramente heterossexual, e acredita-se que Jack Thomas também o fosse. Apesar do verdadeiro objetivo dessas revistas, que era o de explorar o nú masculino, ainda que de forma enrustida
e de imagens
altamente
sensuais,
o nú desse
período ainda
era marcado
por uma certa
pureza,
ou pelo menos
por um grande
senso artístico,
com fotos
realmente belas
e pouco
apelativas,
onde homens,
independentemente
de sua orientação
sexual, celebravam sua masculinidade
e seus corpos
perfeitamente
modelados,
segundo,
claro,
a estética
da época
e dos padrões
do fisioculturismo,
para o deleite
e apreciação
de homens
(gays ou não)
e mulheres.
As imagens
dessa fase
na história
da fotografia
mostram
como é possível
o nu ser
realmente
belo
e de como
é possível
explorar
a sexualidade
sem um
caráter indecente e obsceno, mas de fato em toda a extensão
de sua beleza
e sensualidade.
Com o advento
da liberação
sexual dos
anos 60,
a era beffcake
chega ao fim,
dando lugar
a fotos
e imagens
cada vez
mais ousadas
e claramente
voltadas
ao público
gay,
algumas até
mostrando casais
de homens
em situações
de extrema
intimidade,
marcando assim
o fim de uma
época,
quando o belo era mais belo e até a libido era retratada de uma forma mais
artística
e sensual.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

GATOS DO PASSADO: Andy mantegna, astro-pornô.


Andy mantegna 
foi um dos mais 
lindos astros-pornôs 
de todos os tempos. 
Seu nome verdadeiro 
era Andrew M. Rodriguez.  
Nasceu no Arizona, 
Estados Unidos da América, 
em 18 de agosto de 1960, 
e faleceu em 
13 de agosto 
de 1996, 
por suicídio, 
apenas alguns dias 
antes de completar 
36 anos de idade.





segunda-feira, 7 de setembro de 2009

GATOS DO PASSADO: Charles “Buddy” Rogers & Richard Arlen - Protagonistas do primeiro beijo na boca entre homens do cinema

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Charles “Buddy” Rogers

Charles Edward Rogers, conhecido pelo apelido de Buddy, nasceu em 13 de agosto de 1904 e faleceu com quase 96 anos de idade em 21 de abril de 1999.
Foi ator do cinema mudo durante a década de 20 e músico de jazz, permanecendo atuante ao longo do cinema falado até final dos anos 50.
Como músico seu instrumento era o trombone. Durante a II Guerra Mundial serviu na Marinha dos Estados Unidos como Instrutor de Vôo.
Seu melhor filme, segundo a crítica especializada, é Close Harmony, de 1929, cuja única cópia dos negativos ainda existente faz parte do acervo da “Ucla Film and Television Archives”.
Mas seu mais conhecido filme foi com certeza “Wings”, de 1927, que foi a primeira produção da história a ganhar o Oscar de melhor filme, e o único da era do cinema mudo.
(Charles “Buddy” Rogers e Clara Bow, em cena do filme Wings)
Neste filme, em que fez o par romântico da atriz protagonista Clara Bow, com quem teve também um relacionamento amorosos na vida real, Buddy, ao lado do ator Richard Arlen, encena o primeiro beijo cinematográfico entre dois homens .
(Charles “Buddy” Rogers em "Wings")
Por sua atuação na indústria do cinema, Buddy ganhou uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood, localizada no nº 141 da Hollywood Boulevard
Ao longo de sua vida foi amplamente reconhecido e premiado por seu trabalho e militância em causas humanitárias.
Em Cathedral City, na Califórnia, ganhou também uma rua com seu nome.
Buddy foi o terceiro e último marido da lendária atriz do cinema mudo Mary Pickford, 20 anos mais velha do que ele e com quem adotou um casal de filhos,
(Charles “Buddy” Rogers contracenando com a lendária Mary Pickford, que posteriomente, 20 anos mais velha que ele, tornaria-se sua esposa) permanecendo casado por 42 anos, até a morte de sua esposa em 1979.
(Charles “Buddy” Rogers, em 1988)
Richard Arlen
Richard Arlen nasceu em 1 de setembro de 1898 e faleceu em 28 de março de 1976.
Serviu como piloto durante a I Guerra Mundial na Força Aérea Real Canadense, e como instrutor de vôo durante a II guerra no Exército Americano. Estreou como ator em 1927 mo filme Wings, até hoje um de seus filmes mais conhecidos.
Ainda participou de mais algumas produções do cinema mudo até acontecer a transição definitiva para o cinema falado, permanecendo atuante até meados da década de 60.
Depois de permancer afastado das telas por quase dez anos, voltou a participar de um filme cerca de um ano antes de sua morte, causada por enfisema. Seu corpo foi cremado no Holly Cross Cemetery, em Culver City, na California.
Por sua atuação na indústria cinematográfica, ganhou uma estrela na Calçada da Fama no N° 6753 da Hollywood Boulevard.

terça-feira, 24 de março de 2009

GATOS DO PASSADO: JOE DALESANDRO - parte 2: RESUMO DA CARREIRA

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Joe
Dallesandro
nasceu
em
1948
e
se
criou
em
um
lar
problemático
em
Nova
York.
Aos
18
anos
trabalhou
como
modelo
de
revistas
de
fisioculturismo
masculino
como
Physique
Pictorial
e
Athletic
Model
Guild,
que
eram
na
época
a
versão
(mal)
disfarçada
de
revistas
de
nus
masculinos
para
homens.
Um
dia
em
1967
andava
pelo
Greenwich
Village
quando
parou
para
ver
uma
filmagem
através
de
uma
porta
semi-
-aberta
e
foi
convidado
a
participar
da
cena:
uma
luta
com
outro
homem
de
cueca.
Os
cineastas
eram
Andy
Warhol
e
Paul
Morrisey
em
sua
Factory.
Nascia
assim
uma
parceria
que
se
estabeleceria
por
muitos
filmes
e
um
novo
mito
do
cinema
underground.
O
“Little
Joe”
cantado
por
Lou
Reed
em
“Walk
On
The
Wild
Side”
se
transformaria
no
primeiro
símbolo
sexual
masculino
verdadeiro,
cujo
corpo
era
explorado
sem
rodeios
e
advindo
do
legítimo
underground.
Sua
estréia
foi
no
filme
The
Loves
of
Ondine,
de
1967,
mas
Joe
começou
mesmo
a
criar
polêmica
no
ano
seguinte,
no
filme
Lonesome
Cowboys,
1968,
que
conta
a
história
de
um
grupo
de
caubóis
gays
que
chega
a
uma
cidade
com
apenas
uma
mulher.
O
filme
foi
perseguido
pela
polícia
e
proibido
em
várias
cidades,
sobretudo
pelas
cenas
de
estupro
e
nudez
frontal
de
Joe.
Ainda
em
68
sai
seu
terceiro
filme,
Flesh,
que
transformou
Joe
em
uma
estrela.
Ele
faz
o
papel
de
Joe,
um
homem
casado
que
se
prostitui
para
pagar
o
aborto
da
namorada
de
sua
mulher.
Apesar
do
baixo
orçamento,
este
e
alguns
outros
de
seus
filmes
mais
famosos
tiveram
orçamento
inferior
a
US$ 2.000,
este
filme
o
consagrou
e
firmou
sua
carreira,
sendo
até
hoje
considerado
um
dos
melhores
de
sua
filmografia.
O
filme
seguinte,
Trash,
de
1970,
uma
tragicomédia
que
conta
a
história
de
Holly
e
seu
namorado,
Joe,
um
junkie
impotente,
também
é um
dos
mais
comentados
e
está
entre
os
preferidos
pela
crítica.
Em
Heat,
de
1972,
Joe
aparece
de
cabelos
longos
e
interpreta
um
michê
de
Hollywwod.
Em
1974
ele
participa
de
uma
das
inúmeras
versões
de
Frankstein
criadas
para
o
cinema
e
depois
disso
muda-se
para
a
Europa
onde
permaneceu
por
sete
anos
e
estrelou
18
filmes.
Entre
eles
está
um
que
ele
mesmo
classifica
como
um
de
seus
favoritos,
Paixão
Selvagem
(título
original
em
francês:
Je
T'Aime
Moi
Non
Plus),
de
1975,
onde
ele
interpreta
um
caminhoneiro
bissexual
que
se
apaixona
por
Jane
Birkin
porque
de
costas
ela
se
parece
com
um
rapaz.
Seus
personagens
em
geral,
eram
sempre
homens
de
poucas
palavras
e
beleza
estonteante,
que
enlouquecia
homens
e
mulheres.
Segundo
o
diretor
John
Waters,
Joe
“mudou
para
sempre
a
sexualidade
masculina
no
cinema”.
A
medida
que
foi
envelhecendo,
contudo,
a
idade
chega
para
todos
afinal,
a
imagem
de
símbolo
sexual
e
de
“homem
fatal”
foi
aos
poucos
se
diluindo.
No
final
dos
anos
80
e
durante
a
década
de
90,
Joe
Dalesandro
era
apenas
mais
um
ator
sem
muita
repercussão
na
mídia,
mas
ainda
participou
de
alguns
bons
filmes
como
coadjuvante
ou
em
pequenas
participações
e
papéis
secundários,
contracenando
com
artistas
famosos
como
Bruce
Willis
(Sunset,
em
1988),
Johnny
Depp
(Cry-Baby,
em
1990)
e
Drew
Barrymore
(Guncrazy,
de
1992).