segunda-feira, 18 de junho de 2012

SUPER INTERESSANTE MESMO - NÃO DEIXEM DE LER

"Super Interessante" revela pesquisas e acaba com os mitos sobre filhos de pais gays

"Super Interessante" revela pesquisas e acaba com os mitos sobre filhos de pais gaysA edição de fevereiro da revista "Super Interessante" trouxe uma matéria de quatro páginas sobre filhos de pais gays. A ideia é derrubar os mitos que foram criados em torno das crianças criadas por um casal do mesmo sexo. O mais velho e conhecido deles, é que os pimpolhos também vão acabar gays por conta dos seus pais.
"As pesquisas mostram que a orientação sexual dos pais parece ter muito pouco a ver com com o desenvolvimento da criança ou com as habilidades de ser pai. Filhos de mães lésbicas ou pais gays se desenvolvem da mesma maneira que crianças de pais heterossexuais", explica Charlotte Patterson, professora de psiquiatria da Universidade da Virginia e uma das principais pesquisadoras sobre o tema há mais de 20 anos, à publicação.
O primeiro mito que a reportagem quebra é o mais velho e conhecido deles, de que os filhos também serão gays. De acordo com a publicação, um estudo da Universidade Cambridge comparou filhos de mães lésbicas com filhos de mães héteros e não encontrou nenhuma diferença significativa entre os dois grupos quanto à identificação como gays. O que o estudo revelou, na verdade, é que filhos de pais gays, por crescerem num ambiente de diversidade, se tornam mais tolerantes com as diferenças.
O segundo ponto que a "Super Interessante" toca é que as crianças precisam de uma figura materna e outra paterna. A revista começa exemplificando com as 183 mil crianças americanas que perderam os pais na Segunda Guerra Mundial, ou seja, não são só os filhos de pais gays, que podem crescer sem um pai ou uma mãe. A tal figura materna ou paterna, pode vir a ser uma tia, ou um primo, em quem a criança irá se identificar inconscientemente. A única diferença no caso é positiva. "Crianças criadas por gays são menos influenciadas por brincadeiras estereotipadas como masculinas ou femininas", diz Arlene Lev, professora da Universidade de Albany.
Em seguida é a vez de falar sobre os possíveis problemas psicológicos que essas crianças terão por conta do preconceito. O fato é simples, quase todo mundo vai sofrer preconceito na infância, seja por ser gay, pobre, negro, gordo, alto. O bullying não se restringe apenas aos homossexuais, e muito menos aos filhos deles. Alguns estudos comprovam que as crianças sofrem discriminação por conta da sexualidade de seus pais. Mas, pesquisas que comparam filhos de gays com filhos de héteros mostram que os dois grupos apresentam níveis semelhantes de autoestima e depressão.
Por fim, o mito mais pesado. A reportagem fala sobre os riscos que essas crianças correm de sofrerem abusos sexuais. Nenhuma pesquisa até hoje faz ligação da homossexualidade com os abusos sexuais. Três pediatras norte-americanas avaliaram o caso de 269 crianças abusadas sexualmente.
Desses, apenas 2 dos criminosos eram homossexuais.
A lenda é alimentada por líderes religiosos, que querem mostrar que as crianças correm risco ao serem criadas por pais gays. "Homens homossexuais não tendem a abusar mais sexualmente de crianças do que homens heterossexuais", diz a Associação de Psiquiatria Americana.


FONTE: REVISTA "A CAPA"

sexta-feira, 25 de maio de 2012

BRAD PATTON


Brad

Patton

nasceu

em

7

de

agosto

de

1972

em

Melbourne,
na

Austrália,

mas

tem

descendência

sueca
e

foi

criado

na
Suécia.


Foi

lá

que

foi

descoberto

pelo
diretor

de

filmes

adultos

gays

Chi Chi
LaRue,

iniciando

assim

uma

das

mais
bem

sucedidas

carreiras

como

astro

pornô.
Recentemente,
Brad
Patton,
agora
com
39
anos,
anunciou
em
seu
site
oficial
o
seu
afastamento
da
indústria
de
filmes
pornôs,
alegando
que
uma
série
de
novos
acontecimentos
em
sua
vida
o
levou
a
tomar
essa
decisão
e
agradecendo
aos
fãs
que
lealmente
acompanharam
sua
carreira
através
do
site
e
assistindo
seus
filmes.

 Patton
é
um
dos
astros-
pornô-
gay
de
maior
sucesso
de
todos
os
tempos,
alguns
de
seus
filmes
tornaram-se
verdadeiros
clássicos
contemporâneos 
do
pornô-gay,
como,
por
exemplo,
"Hot Wired 2: 
Turned On",
de
2003, 
e
o
comentadíssimo
"Heaven To
Hell", de
2005, em que
ele interpreta
um anjo que
após uma
batalha na
eterna guerra
entre anjos e
demônios, é
feito prisioneiro 
 
e lavado ao
inferno, onde
então é
seduzido
pelos demônios
e depois de 
entregar-se
aos prazeres da
carne transforma-se
num anjo negro. 
Atuava

mais

frequentemente

em

seus

filmes
como

ativo,

escalado

para

esses

papéis

provavelmente

por
causa

de

seu

dote 

acima

da

média

do

homem
europeu,
mas

algumas

vezes

exercia

também

o
papel

de

passivo.
Seu

pai

é

um

ex-pastor
da

igreja
evangélica

Assembléia

de

Deus,

e

sua

mãe

é

secretária

de

uma

escola

cristã

na
cidade

de

Victoria,

na

Austrália.
Paralelo

a

sua

carreira

como

astro

pornô

Gay,
Brad,
usando
seu
verdadeiro
nome, 
também
atua
como
patinador
no
gelo,
destacando-se
na
modalidade
de
dança
no
gelo
sobre
patins,
e
já
participou
de
diversos
campeonatos,
ganhando
duas
medalhas
de
ouro
no
VI Jogos
Olímpicos
Gays
e
duas
medalhas
de
prata
no
Campeonato
Mundial
de
Montreal
em
2006.
Como


patinador,


já


participou


de


grandes

espetáculos

como

o

Disney

on

Ice

[Disney

no

Gelo]

e

o

Dancing

on

Ice

[Dançando

no

Gelo]

na

Holanda.